quinta-feira, 25 de março de 2010

O circo se armou

Quem disse que os espetáculos circenses estão em extinção? Instalou-se mais um, desta vez em frente ao Fórum de Santana, cuja principal atração é o casal Nardoni. Intervenções jornalísticas relatam pessoas que deixam seus empregos para acampar em frente ao Fórum, jurados que tossiram, choraram, comeram um lanche de atum, acusado que coça o nariz entre outros invadem o noticiário. Que tal deixarmos por conta da Justiça e esperarmos a conclusão do julgamento?

E você, que tal parar de ver TV aberta, tirar a poeira do seu aparelho de DVD e alugar os seguintes filmes?



- A Montanha dos Sete Abutres (Ace in the Hole, EUA,1951), direção de Billy Wilder, com Kirk Douglas, Jan Sterling , Robert Arthur






- O Quarto Poder (Mad City, EUA, 1997), direção de Costa-Gravas, com Dustin Hoffman , John Travolta, Alan Alda

terça-feira, 23 de março de 2010

Angeli/Folha de S.Paulo

segunda-feira, 22 de março de 2010

Buffett, 3º mais rico do mundo, posa de Axl Rose em vídeo de seguradora

Warren Buffett, 79, o terceiro homem mais rico do mundo segundo o ranking da "Forbes", virou motivo de piada nesta semana, nos EUA. Travestido de Axl Rose, o investidor aparece em um vídeo de mais de dois minutos cantando uma música dedicada aos usuários de sua empresa de seguros, Geico.

quinta-feira, 18 de março de 2010

E viva o Gordo!

Ronaldo com fome de bola, bolo, lasanha, pizza...

FOME DE FENÔMENO
No voo da Gol que levou o time do Corinthians a Bogotá, na semana passada, o atacante Ronaldo reclamou do sanduíche oferecido pela companhia, dizendo que a porção era uma "miséria". Bem nessa hora, uma aeromoça passou pelo Fenômeno com uma lasanha na mão, que era para o piloto. O jogador, então, fez uma oferta: "Te pago cem reais para você deixar essa lasanha aqui". Ela recusou.
Folha de S.Paulo - Ilustrada - 17.03.10

Grande charge

(Fonte: Folha de S.Paulo)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Glauco

Mais uma lamentável tragédia ocorreu devido à estúpida violência. O cartunista Glauco e seu filho foram mortos em sua residência durante um assalto ontem a noite. Veja matéria aqui.

O que dizer diante desta desgraça? Toda uma história, trabalho e dedicação levados de forma imbecil por causa de dois 'nóias' armados.

Os 'Direitos Humanos' deverão se pronunciar sobre este caso?

segunda-feira, 8 de março de 2010

Guerreiros e zuzus

RUY CASTRO

RIO DE JANEIRO - O que é mais "imoral" na TV? A socialite Paris Hilton se esfregando numa garrafa de cerveja ou o treinador da seleção brasileira, Dunga, batendo no peito e se dizendo "brahmeiro"? A meu ver, Dunga. Mas Paris Hilton é que foi censurada.
Você dirá que, no comercial, Dunga não fala brahmeiro, e sim guerreiro. Mas, passados os tambores representando a batida no peito, ouve-se o locutor dizendo brahmeiro. A associação é clara: Dunga é guerreiro porque é brahmeiro. É mais claro do que imaginar que Paris Hilton esteja cometendo sexo. Aliás, ela não parece mais devassa do que tantas modelos brasileiras em outros comerciais, inclusive de iogurte.
Não sei se o comercial de Paris Hilton, antes de ser evaporado, era exibido durante o dia. Mas o de Dunga passa a toda hora entre desenhos animados e jogos de futebol, ao alcance de criancinhas mamíferas, garantindo os bebuns de amanhã. De novo as companhias de cerveja impõem a ideia de que cerveja não é bebida alcoólica, embora o próprio Ministério da Saúde acuse que nossos garotos começam a bebê-la cada vez mais cedo e já existam casos frequentes de alcoolismo aos 12 anos.
O Brasil, um dos países mais permissivos do mundo, não se deixaria abalar pela lascívia de uma perua estrangeira, tendo abundante oferta de matéria-prima nacional. Mas a ligeireza com que se tratam questões de saúde pública vive nos apresentando a conta. A escalada do crack, por exemplo, foi prevista há 15 anos e passou em branco por vários ministros da Saúde, alguns dos quais concentrados em sua ideia fixa de perseguir tabagistas.
Quero ver se Dunga continuará tão satisfeito de ser "brahmeiro" se, na Copa, algum jogador se exceder num dia de folga e voltar zuzu para a concentração, batendo no peito e se dizendo "guerreiro".
(Fonte: Folha de S.Paulo 08/03/2010)

sexta-feira, 5 de março de 2010

Taxímetro

E reiterando o post abaixo, deu na coluna da Mônica Bergamo, na Folha, quarta-feira:

TAXÍMETRO
A suspensão da campanha original da Devassa foi festejada internamente pelos donos da cerveja. A polêmica está gerando alguns milhões de mídia espontânea para a marca -algo bem superior aos gastos, por exemplo, com o cachê de Paris Hilton, estrela dos anúncios. A socialite americana recebeu cerca de US$ 600 mil por 16 horas de trabalho. Oito delas foram gastas nas filmagens do comercial da bebida, nos EUA. As demais foram distribuídas entre o tempo de entrevistas com jornalistas, a aparição no Sambódromo do Rio e numa festa no sábado de Carnaval.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Censura devassa

A proibição da campanha da nova cerveja 'Devassa Bem Loura' mostra bem o sentimento de certos setores da sociedade.

É uma ironia e, de fato, hipocrisia, proibir uma propaganda dessa logo após o ‘festival de luxúrias’ que foi o Carnaval, as peladas de programas humorísticos, Big Brothers, fazendas e novelas no horário nobre.

Até nos Estados Unidos perguntaram se "Paris Hilton seria sexy demais para o Brasil".

Boa pergunta. Diante de todos os rebolations, funks e axés que assolam nossos ouvidos e se deparam com crianças ainda na mamadeira querendo dançar em sintonia às dançarinas ‘comportadas’ desses grupos, Paris Hilton é noviça. Há excesso de ‘devassas’ na mídia e na sociedade.

Se o ‘apelo sensual’, como acusam os censuradores, é prejudicial aos jovens e induz ao consumo de álcool então grande parte das propagandas de cervejas sairiam do ar. É só prestar atenção (desculpe, eu sei que é uma tortura ver TV aberta mas só desta vez).


Há, ainda, os que frenquentam suas missas e entre seus pares crucificam comportamentos imorais da sociedade como traição, imagens eróticas, palavras de baixo calão, promiscuidade e apelos sensuais aos jovens. Mas ao chegar em casa não pensam duas vezes em sintonizar na novela favorita e na próxima votação do reality show preferido. E sabe-se muito bem o que acontece nesses programas. Fora os que cometem sem culpa seus pecados cotidianos.

Enquanto se toleram algumas coisas e outras não fica difícil definir um critério e ter uma razão diante de uma censura tão sem sentido no país onde o "esterco cultural", como disse o ministro, é fabricado em casa.

Quem sai ganhando é a cervejaria Schincariol que conseguiu muito mais publicidade do que o investido na campanha.

Preconceito é no conceito

Há cerca de duas décadas as mulheres tem conquistado o mercado de trabalho. Esta evidente não só em pesquisas como no nosso convívio profissional e pessoal. Ainda há muito o que melhorar, como nas diferenças salariais entre os sexos. Mas é preciso ter cuidado. O número de mulheres em altos cargos cresce e já há muitas sustentando sozinhas suas famílias. No mercado, especificamente na minha área, comprovo que há uma preferência pelo sexo feminino. É só entrar em uma redação de jornal.
Inversão de papéis? Quase lá. De repente as políticas públicas terão que mudar de sexo.

Isso deixou evidente uma impressão: o comportamento do ser humano é igual, tirando algumas exceções, para o bem e para o mal. O movimento feminista nos anos 60 reivindicou seus direitos civis, trabalho, liberdade e fim do preconceito.

Com algumas conquistas certas mulheres deveriam ter o mínimo de respeito pelo seu corpo e inteligência e ter um comportamento diferente do que tanto fora criticado nos homens durante anos. Mas o que se vê no ambiente de trabalho, nas escolas, universidades e principalmente nos bares e restaurantes é justamente o contrário.

Grupos musicais, participantes de reality shows, pseudo modelos-atrizes-jornalistas que saem nuas em revistas, ensaios na internet, ‘camisas molhadas’ de times de futebol enfim, qual é a motivação de tanta exposição? Elas participam por livre e e$pontânea pre$$ão?

Qual será o sentimento das mulheres daqueles tempos? Foi para isso que lutaram?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Brasileiro reclama de quê, afinal?

O BRASILEIRO É ASSIM...

- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
- Fala no celular enquanto dirige.
- Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
- Pára em filas duplas, triplas em frente as escolas
- Viola a lei do silêncio.
- Dirige após consumir bebida alcoólica.
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
- Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
- Faz gato de luz, de água e de tv a cabo.
- Deixa rastro de lixo na rua e reclama que a prefeitura não varre.
- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
- Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto
- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota de 20.
- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
- Compra produto piratas com a plena consciência de que são piratas.
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA
- Freqüenta os caça-níqueis e fazem uma fezinha no jogo de bicho.
- Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
- Comercializa os vales transportes e vale refeição que recebe das empresas onde trabalha.
- (Em breve vai usar o vale cultura para comprar DVD pirata.)
- Falsifica tudo, tudo mesmo.. só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado...
- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o policial pergunta o que traz na bagagem...
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E querem que os políticos sejam honestos....
Estes políticos saíram do meio desse mesmo povo... ou não ?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

(Texto que circula pela Web. Autor desconhecido)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vênus de Millo atual


Capa polêmica da revista alemã Focus publicada ontem sobre a crise econômica na Grécia. Aliás você já viu uma revista parecida em alguma banca por aqui? Pois é, nada se cria...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O mesmo personagem

O artigo de Fernando de Barros e Silva publicado na Folha hoje retrata exatamente o mesmo estilo de retórica do ministro Marco Aurélio Garcia, comentado no post de 18/02.

Dirceubrás

FERNANDO DE BARROS E SILVA

SÃO PAULO - José Dirceu tem um blog -o "blog do Zé". Ele o define como "um espaço para a discussão do Brasil". Discutindo o Brasil como quem não quer nada, Dirceu escreveu o seguinte: "Do ponto de vista econômico, faz sentido o governo defender a reincorporação, pela Eletrobrás, dos ativos da Eletronet, uma rede de 16 mil quilômetros de fibras óticas" etc. etc. etc.
Este é um assunto caro a Dirceu. Seu primeiro post sobre o tema é de março de 2007. Por coincidência, o mesmo mês em que o empresário Nelson Santos contratou seus serviços de consultoria. Ficamos sabendo disso só ontem, pela reportagem de Marcio Aith e Julio Wiziack.
Em 2005, Nelson Santos, dono da "offshore" Star Overseas, sediada nas Ilhas Virgens, havia comprado pelo valor simbólico de R$ 1 a participação em uma empresa à época falida -a Eletronet. Entre 2007 e 2009, o empresário pagou a Dirceu R$ 620 mil por consultorias. Se a Telebrás for reativada, como anuncia o governo, o mesmo bidu que desembolsou R$ 1 pela Eletronet pode sair dela com R$ 200 milhões. Diante disso, o que Santos gastou com Dirceu é fichinha -ou não?
O ex-ministro da Casa Civil de Lula diz que a consultoria versava sobre os "rumos da economia na América Latina". Sabemos que Dirceu não mente. Usou na vida várias máscaras, mas a palavra é uma só.
O homem de negócios e o revolucionário convivem numa boa na pessoa de Zé Dirceu. O capitalismo de Estado e os interesses privados nele se acomodam harmonicamente. Ele é o "bolchebusiness" perfeito. Não há contradições insolúveis no horizonte de um democrata que se mira em Cuba ou de um socialista que topa tudo por dinheiro.
Durante o congresso do PT, vários oradores usaram o microfone para inflamar os companheiros contra o fantasma do "modelo neoliberal". Ninguém lembrou de levantar a voz contra o "modelo neopatrimonialista". Pelo contrário. De óculos escuros, o neopatrimonialismo em pessoa circulava sorridente entre petistas, posando para fotos como um verdadeiro popstar.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Reiterando...

Já que estamos falando de lixo veiculado pela TV a cabo, existe algo pior do que a propaganda política na TV e no rádio? Preparem-se pois este ano vocês terão 'um banho de civilidade e cultura' diante das manifestações políticas em virtude das eleições.
Manifestações as quais o próprio ministro que criticou o 'lixo cultural' será um dos autores e coordenadores. Pelo seu grau de intelectualidade e elevado conhecimento gastronômico esperamos um alto nível.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Discurso hipócrita e batido

As declarações do assessor internacional do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, que chamou a programação da TV a cabo de ‘lixo cultural’ é mais um arroubo pseudo-esquerdista hipócrita de gente que ainda acredita nesta besteira de ‘dominação ianque frente a uma cultura subdesenvolvida e terceiro-mundista’.
“Despejam todo esses esterco cultural. A emergência desse lixo cultural nos deixou numa situação grave”, disse Garcia.

Quem vê este senhor proferindo este discurso ‘em defesa da hegemonia nacional e dos interesses sociais da camada menos favorecida da população’ imagina que ele circula humildemente entre o povo, frequenta lugares comuns e sempre esta disponível a ajudar ao próximo.

Mas boa parte da cúpula petista gosta dos melhores hotéis e restaurantes do Brasil e do mundo. Marco Aurélio gosta de frequentar o restaurante Gero, do grupo Fasano, um dos mais luxuosos e caros de São Paulo.

Bruschetas de queijo brie, alcachofra, mussarela de búfala, risoto al erbe com ragu de cordeiro e para acompanhar um vinho Barbera d'Asti Tarberen, 2006, da família Icardi, do Piemonte. Este foi o cardápio sugerido por Garcia durante sua entrevista para o jornal Valor Econômico, no dia 11 de dezembro de 2009.
Não sou entendido nestes pratos (o que é al erbe e ragu?). Vinho muito menos... Apenas peguei as informações do jornal. Desculpe a minha ignorância.

Mas o que isso tem de errado? Nada demais. Não é nenhum ato ilícito, mas eu acho muito contraditório quando alguém profere um discurso que deixa claro sua ‘tendência esquerdista-social’ e, ao mesmo tempo, degusta dos melhores prazeres e lugares (imagino que a comida deve ser realmente boa).

Não há a obrigação de voto de pobreza no PT, nem ninguém pede isso. Mas como José Dirceu, Palocci e a turma toda parecem ter a preocupação social na ponta da língua imagina-se diferente. Eu realmente acredito que eles preferem manter distância de gente pobre ou menos ‘abonada’. Tente encontrar um desses no seu restaurante ou boteco preferido. Depois me chame. Terei o prazer de sentar na mesma mesa. Mas avise se o lugar é barato ou não, ta bom?

Montagem com fotos de Andre Dusek/AE e Divulgação

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Esterco, go home!

MARCOS AUGUSTO GONÇALVES
EDITOR DE OPINIÃO

Não há dúvida de que a indústria cultural desempenhou seu papel na ascensão dos Estados Unidos a potência mundial durante o século 20. Cinema, música, história em quadrinhos, pipoca e hambúrguer também foram artífices da "hegemonia" norte-americana.
Mas, se é tolice tentar negar a existência de laços entre cultura e poder, aproxima-se da burrice traduzir essa relação nos termos estreitos e datados do esquerdismo latino-americano, esquemático e antiamericanista, ainda professado, ao que parece, pelo assessor presidencial Marco Aurélio Garcia.
No discurso do sábio palaciano não há lugar para dialética e sutilezas. Tudo se move segundo o maniqueísmo pueril e ao mesmo tempo brutal do marxismo vulgar.
O culpado pelo atraso histórico do continente é o êxito dos americanos. O mal é o imperialismo ianque, que exerce sobre nós seu "processo de dominação". Algo assim: Rambo enfia o cano de sua metralhadora na orelha do Jeca Tatu e o obriga a dançar um rock.
O que emerge da conversa de Garcia é uma concepção estanque de culturas nacionais, que deveriam ser protegidas por muralhas para não se deixarem conspurcar pelo esterco alheio. Esterco, go home!
Parece não ocorrer ao nosso Policarpo Quaresma do Planalto que a cultura norte-americana, aliás de maneira análoga à brasileira, é em grande medida caudatária da europeia e forjou-se num complexo e rico processo de interação e entrechoques de nacionalidades e etnias -no qual, aliás, teve relevância a contribuição africana.
Sem os negros não haveria o jazz, aquela música perigosa que Hollywood adotou e ajudou a difundir pelo mundo.
E o que fez o jazz em seu "processo de dominação" sobre a cultura brasileira? Acabou com o nosso glorioso samba? Ora, Pixinguinha já era jazz. E a bossa nova, que terminou virando marca e orgulho nacional, não existiria sem a dialética do samba com o esterco jazzístico ianque. Oswald de Andrade, que também teve seu sarampo stalinista, já havia apontado: não precisamos ter medo, não somos indefesos, somos antropófagos.
Mas talvez Garcia, lembrando Sebá, o último exilado brasileiro (tipo criado em outros tempos por Jô Soares), ainda considere Tom Jobim e João Gilberto agentes infiltrados da CIA que queriam sabotar nossa autêntica música popular.
O problema das ideias expostas pelo professor é que, estando ele no poder e raciocinando como homem de Estado, indicam a hipótese sombria do autoritarismo. Não apenas ao modo tragicômico de Hugo Chávez, mas ainda pior. Ou como deveríamos entender a saudosa menção aos valores do finado socialismo real?
Concordaria o ilustre conselheiro, por exemplo, com o governo chinês, que exerce censura até sobre a internet? Aliás, por que Garcia está tão preocupado com a restrita TV a cabo?
(Folha de S.Paulo - 18/02/10)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Kacio/Correio Braziliense

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

STJ decreta prisão preventiva de Arruda por suborno

Minutos depois de decretada a prisão preventiva, o governador deixou a residência oficial de Águas Claras em um comboio composto por seis carros. Ele chegou à Superintendência da Polícia Federal por volta das 17h40, informou a Agência Brasil.

E logo depois no UOL:
Lula diz que não é bom para consciência política do Brasil um governador ser preso
De acordo com o chefe de gabinete pessoal da Presidência da República, Gilberto Carvalho, Lula recebeu a notícia com tristeza e disse que não é bom para a consciência política do Brasil que um governador vá para a cadeia.

Lula também conversou com o diretor da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, e, segundo Carvalho, pediu que a prisão seja feita com "muito cuidado".

Caro presidente: a prisão demorou e é pouco ainda...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Angeli/Folha de S.Paulo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ai ai ai ai ai

Logo às 5h da matina dou de cara com a manchete da Folha de S.Paulo: "França baixa preço e Brasil compra caça". Depois no UOL: "Jobim (ministro da Defesa) nega escolha por caças franceses".
Segundo a jornalista Eliane Cantanhêde, que "deu o furo", o governo vai engolir mais um pouco a decisão e deixar o anúncio lá para frente quando o constrangimento for menor.
Jobim diz: “Não está definida a compra dos caças. O processo ainda está no âmbito do Ministério da Defesa. A notícia não tem fundamento”.
Quem esta certo? Isso vai dar uma tremenda confusão política. Vamos esperar o desenrolar dos fatos.

Forte calor faz comentarista Batista desmaiar no Olímpico

E falando em mudança climática, vejam esta cena...



'Conheci o que é o apagão', brincou o ex-jogador, que, após atendimento médico, trabalhou normalmente na transmissão da partida do Gauchão

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ciência, religião e o Haiti

Por Marcelo Gleiser

A realidade é crua: a natureza não precisa de nós


É impossível encontrar palavras para descrever a tragédia no Haiti. De longe, lemos depoimentos e jornais. Assistimos às notícias na TV, chocados em ver uma população inteira em profunda agonia, num estado de total fragilidade e de caos. Crianças perdidas de seus pais (ou órfãs) e milhares de pessoas morrendo de fome e sede.
Gangues de jovens -mais de 50% da população tem menos de 18 anos- atacando aqueles que tem algo para comer ou tentando roubar tudo o que podem. Nenhuma água, gasolina ou qualquer forma de comunicação. A vida forçada a parar por completo, um apocalipse real, provocado por forças muito além do nosso controle.
Mesmo que a ciência possa explicar as causas dos terremotos e das erupções vulcânicas, permanece incapaz de prever quando irão ocorrer. Saber a localização das falhas geológicas onde os terremotos ocorrem claramente não é suficiente. Modelos e explicações permanecem especulativos. Por exemplo, existe uma proposta que terremotos tendam a ocorrer quando há um aumento na força das marés, como em torno da época de um eclipse. De fato, um eclipse anular ocorreu três dias após o terremoto do Haiti. Infelizmente, previsões dessa natureza raramente são precisas o suficiente para salvar vidas.
A Terra é um planeta ativo, borbulhando em suas entranhas, com uma crosta formada de placas que tendem a mudar de posição em busca de um maior equilíbrio quando a pressão subterrânea aumenta. Obviamente, fazem isso sem dar a menor importância para a destruição que causam. Cataclismos naturais, como o do Haiti ou o tsunami de 2004 no oceano Índico, que causou em torno de 230 mil mortes, expõe a crua realidade da vida na Terra: precisamos da natureza, mas a natureza não precisa de nós. No nosso desespero, e sem poder prever quando cataclismos dessa natureza irão ocorrer, atribuímos tais eventos a "atos divinos". Nisso, não somos muito diferentes de nossos antepassados, que associavam divindades a quase todos os aspectos e fenômenos do mundo natural.
Talvez a transição do panteísmo ao monoteísmo, sobretudo no ocidente, tenha removido Deus do contato mais direto com os homens, relegando-o a uma presença etérea, distante da realidade do dia-a-dia. Mas muitos continuam atribuindo o que não entendem a "atos divinos", seguindo a receita tradicional do "deus das lacunas": a fé começa onde a ciência termina.
Talvez faça mais sentido associar esses cataclismos a uma indiferença divina. É horripilante testemunhar a crueldade -e até mesmo a estupidez- de certos homens de fé nesses momentos difíceis. Um exemplo é do pastor evangélico americano Pat Robertson, que recentemente atribuiu o terremoto a uma punição divina contra o povo haitiano, que supostamente assinara um pacto com o diabo para conseguir obter sua independência dos franceses. Nossos antepassados nas cavernas teriam concordado.
Dentro do contexto desta coluna, a tragédia provocada pelo tremor no Haiti nos ensina ao menos duas coisas. Primeiro, que a ciência tem limites, e que existe muito sobre o mundo que ainda não sabemos. Porém, não é por isso que devemos atribuir o que não sabemos explicar a atos sobrenaturais. Nossa ignorância deve abrir caminho ao conhecimento e não à superstição. Segundo, aprendemos que a vida -e aqui estamos nos incluindo- é extremamente frágil e deve ser protegida a todo custo. Nosso planeta, apesar de demonstrar fúria ocasionalmente, é nossa única morada viável. Devemos tratá-lo com o respeito que merece.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA) e autor do livro "A Harmonia do Mundo".
Fonte: Folha de S.Paulo/24.01.2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Angeli/Folha de S.Paulo

Kleber/Correio Braziliense

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pesquisas x pesquisas = política

Duas recentes pesquisas revelam opostos da cidade. Uma do Ibope feita para o instituto Nossa São Paulo concluiu que 57% dos paulistanos querem mudar da cidade. Outra do Datafolha, cujo mesmo percentual não cogita se mudar.

Tal antagonismo pode ser fruto do modo como é feito o questionário. Perguntas evasivas ou direcionadas de forma a induzir uma resposta são determinantes no resultado.

Outro fator é o humor fruto de determinada situação. Se recentemente o sujeito acabou de ser assaltado, se chegou atrasado no serviço ou se até brigou com a mulher ou chefe seu lado negativo vai preponderar. Inclusive, pode não parecer, mas o modo de abordagem do pesquisador pode influir.

Além, claro, das diferenças de classes sociais e de que a opinião da maioria da população ser muito volúvel não podemos esquecer o fator político. Pesquisas induzidas e encomendadas por grupos políticos, religiosos e empresariais sempre são duvidosas.

Tanto no questionário do Ibope quanto no Datafolha a maioria dos entrevistados disseram que a qualidade de vida melhorou (87% no Ibope-Nossa SP e 94% no Datafolha). Considerando margens de erro, nos dois são quase 90%. Se as condições melhoraram por que a maioria gostaria de ir embora, como aponta o Ibope?

O fundador do instituto Nossa São Paulo é o empresário Oded Grajew, que foi assessor especial da Presidência de Lula em 2003. Já o Datafolha é do Grupo Folha de S.Paulo. Eu sinceramente quero acreditar que isso não tem nada a ver.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Angeli/Folha de S.Paulo

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Umidade relativa paulista

A tempestade que caiu na madrugada de quinta-feira em São Paulo mais uma vez paralisou a cidade. Como trabalho neste horário pude comprovar 'in loco' como esta metrópole esta abandonada com excesso de lixo pelas ruas, bueiros entupidos e falta de planejamento urbano. Até em uma região que é alta, no túnel que liga a Av. Dr. Arnaldo com a Av. Paulista os carros foram obrigados a volta na contramão por causa de alagamento. O que dizer das regiões baixas.

Lembra do Kassabinho, o mascote do prefeito na última eleição? Pelo tamanho da cabeça dele nunca vai se afogar e sim boiar. Deve mesmo ser vazia diante de tanta bobagem em suas declarações.

Vamos comemorar o aniversário da cidade nesta segunda na bóia.

As fotos e texto abaixo foram feitas pelo meu amigo jornalista André Dusicska na região da Av. Tereza Cristina, ao lado do famoso córrego do Ipiranga. Fotos aliás merecedoras de capa de jornal.

Chuvas provocam enchente na região

Moradores culpam o Metrô por alagamentos na Vila Carioca

O bairro do Ipiranga sofreu novamente com as fortes chuvas. Na madrugada de quinta-feira (21/01), o temporal de duas horas alagou diversas ruas e avenidas da região. Na Vila Carioca, a enchente ocorreu em diversos pontos da Avenida Presidente Wilson, inclusive na Rua Roberto Koch nº 630 (travessa da Rua Aida). Os moradores da Vila Carioca culpam a Companhia do Metrô pelo aterramento do antigo depósito da Ultragaz que depois das obras de implantação do pátio de manutenção e garagem está obstruindo o escoamento da água pluvial na região.
Segundo o comerciante Marcelo Minelli, proprietário da empresa Império Diesel, está é a primeira vez em 20 anos que acontece alagamento na Rua Roberto Koch. “O nível da água atingiu mais de meio metro de altura em uma área que nunca ocorreu desde que estou aqui na região. Acredito que isto ocorre por causa das obras do Metrô aqui na Vila Carioca que devido ao aterro para a construção da linha acabou prejudicando a circulação das águas das chuvas”, desabafou.


Já nas imediações da Rua Tereza Cristina, o Córrego Ipiranga transbordou e provocou pânico no local. Em alguns pontos, como nas ruas Coronel de Freiras e Lima Barreto, a água atingiu cerca de dois metros de altura causando grande prejuízo aos moradores.
A Avenida Junta Provisória também ficou praticamente alagada. O Rio Tamaduateí transbordou e a água invadiu residências e estabelecimentos comerciais. A Avenida Professor Abraão de Moraes, não Jardim da Saúde, ficou praticamente intransitável junto ao Viaduto Aliomar Baleeiro, em ambos os sentidos, em razão do transbordamento do Córrego Ipiranga.


Durante a manhã, a população contabilizava os prejuízos matérias. Carros, móveis e eletrodomésticos foram completamente destruídos pelas águas. Mais de 100 funcionários da Subprefeitura do Ipiranga fizeram percorreram o local para fazer a limpeza e prestar atendimento aos moradores.
A Subprefeitura do Ipiranga informou que em razão do grande volume de limpeza, na região do Ipiranga e da Vila Carioca, que está sendo realizado pela Prefeitura, a Operação Cata-Bagulho programada para este sábado, dia 23, foi transferida para o próximo sábado, dia 30, das 7h às 11h. O trabalho estava previsto para percorrer o quadrilátero formado pelas ruas Dos Sorocabanos, Bom Pastor, Cipriano Siqueira e Av. Juntas Provisórias.



Texto e fotos: André Dusicska

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O mundo é justo?

Lamentável e injusto o que aconteceu no Haiti. Um lugar pobre, miserável enfim cheio de problemas sociais e econômicos agora destruído por um terrível terremoto. Segundo Ricardo Seitenfus, representante oficial do Secretário-Geral da OEA no Haiti, com a tragédia o país voltou 15 anos no tempo. Significa que todo o trabalho, em especial liderado por brasileiros para tentar amenizar a miséria, terá que começar praticamente do zero.

Tragédias como essas já são terríveis quando atingem ‘classes mais favorecidas’, como em Angra dos Reis, imagine em lugares onde a vida esta sendo reconstruída depois de anos de ditaduras, violências e corrupções.

E o que dizer da morte de Zilda Arns, que dedicou a sua vida a salvar milhares de crianças?

Em pleno começo de ano todas estas tragédias, enchentes e impunidades políticas me fazem refletir se este mundo é realmente justo. É difícil aceitar que uma pessoa que constrói uma vida com honestidade e muito suor veja tudo ruir em poucos minutos enquanto vidas construídas na base da safadeza e desonestidade continuem intactas.

Não estou dizendo que levar uma vida dessas valha a pena, de forma alguma. Há pessoas que dormem tranquilas cometendo ilicitudes. Eu não consigo e conheço, felizmente, muitas que também não. O problema é a injustiça do mundo, da forma divina que cada um acredita existir.

Já conversei e discuti com amigos se realmente Deus esta olhando para isso ou a natureza, da forma que ela sempre foi, não escolhe onde ela vai se manifestar. Azar de quem estará por perto.

Muitos esquecem que estamos aqui de passagem. Usamos um local que não é nosso e isso tem um preço. Pode acontecer em qualquer lugar com qualquer raça, credo ou classe.

O que falta ao ser humano é se considerar menos dono de uma coisa que não é sua.

Ainda tem muito assunto sobre este tema, mas por ora é só.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Preparação

Esta foto é emblemática, um retrato deste país. Falta a foto com o Serra...

(Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

O monumental Napoleão de Kubrick

Livro lançado nos EUA conta história do projeto mais ambicioso do cineasta, que, rejeitado em Hollywood, ficou só no papel

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"É preciso reestatizar a Telefônica "

Entrevista interessante de um consultor em telecomunicações publicada na Isto É Dinheiro em outubro. É lamentável continuarmos reféns de empresas fornecedoras de péssimos serviços. Já comentei sobre isso em posts anteriores e vou continuar a pegar no pé, seja qual empresa for.

"É a maior empresa e a que presta o pior serviço. Há muitos anos é a líder de reclamações no Procon"

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mais do mesmo

Opa, chegamos a mais um ano, este que promete ser agitado em termos políticos e esportivos. No campo da política a expectativa de quem será o sucessor de Lula, após oito anos de polêmicas, boas notícias na economia, ruins na corrupção, enfim teve para todos os gostos e bolsos.
Já no esporte aquela mesma história: o sempre exagerado ufanismo da imprensa em busca de audiência e, consequente, patrocinadores. Será mais a Copa da preparação do Brasil para sediá-la do que da África do Sul.

Ah, ainda tem Big Brother 10, A Fazenda entre outros. Resumo: preparem seus saquinhos!

Rumo
Tem pessoas que cumprem promessa, pulam as setes ondinhas, fazem oferendas mas continuam com o mesmo comportamento ao lidar com as pessoas e diante de determinadas situações. Não existe milagre quando a mudança interior nem sequer é cogitada.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sinfronio/Diário do Nordeste-CE

Kacio/Correio Braziliense

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Na casa do vizinho

Você com certeza conhece alguém que gosta de criticar e falar mal da sujeira dos outros e não limpa a sua própria cozinha. Pois é, com a imprensa é a mesma coisa (ah claro, com a oposição também).

Enquanto toda a imprensa do Brasil e do mundo noticiava a ‘encomenda’ recebida pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda para comprar panetones aos carentes, o jornal Correio Braziliense demorou quase uma semana para publicar alguma informação do caso. Muito estranho, até para um sujeito pacato como eu.

Em virtude de meu trabalho acesso diariamente os principais jornais do país e ele foi o único a se calar. Mas a estranheza se dissipou quando, ao pegar a revista Carta Capital de 29 de julho de 2009, à página 32, com o título ‘À base do incentivo’ uma matéria elucidava o caminho que o esquema tomaria até onde o conhecemos.

Arruda utilizou dinheiro público para assinar, ou contratar como queiram, sem licitação, assinaturas do Correio Braziliense e de publicações da editora Abril e Globo. Uma soma de R$ 8,3 milhões nas contas das empresas.

E no começo do mês, diante de dezenas de pedidos de entrevista, a quem ele escolheu? Ganha um panetone quem adivinhar!

Quem diria, um jornal que sempre pega no pé do Senado Federal, sempre denunciando falcatruas no âmbito federal. O cheiro de queimado é sempre na casa do vizinho!

Em entrevista exclusiva, Arruda diz que Roriz quer ganhar no tapetão

Cobertura do CB tem sujeito oculto

CB e o "silêncio dos culpados"
(Para este artigo, a resposta esta na reportagem da Carta Capital)

(Charge de Aliedo/A Charge Online)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Adeus ao Alborghetti

Um dos criadores do estilo policianesco 'trash' na TV, Luiz Carlos Alborghetti morreu nesta quarta-feira (9). É um circo, como boa parte dos programas de TV, mas não deixa de ser um mestre do jornalismo sanguinário que, ao lado do jornal 'Notícias Populares', vai deixar saudades já que hoje o jornalismo anda chato demais...

Panico com Carlos Alborghetti



Vale a pena pesquisar o Alborghetti no Youtube. Há um vasto material.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ops... OK OK !

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Arruda nos outros é refresco...

Tiago/Gazeta do PovoPaixão/Gazeta do PovoKacio/Correio BraziliensePelicano/Bom DiaClaudio/AgoraAmarildo/A Gazeta

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Esta apertado?

Bastam R$ 418 para criar igreja e se livrar de imposto
Após fundar igreja, reportagem da Folha abre conta bancária e faz aplicação isenta de IR

Além de vantagens fiscais, ministros religiosos têm direito a prisão especial e estão dispensados de prestar serviço militar

Veja aqui a matéria completa publicada na Folha de S.Paulo deste domingo (29).

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Super show neste domingo!

Você escolhe: preferes perder tempo vendo futebol ou ver este sensacional show no próximo domingo?

TELEFÔNICA OPEN JAZZ PRESENTEIA PÚBLICO PAULISTANO COM SHOWS DE BUDDY GUY E DIANNE REEVES

Os dois ícones do jazz e do blues se apresentarão em evento cultural gratuito, no Parque da Independência, em São Paulo

Os paulistanos podem começar a se preparar para o que será um dos grandes eventos culturais de jazz em São Paulo. O Telefônica OPEN JAZZ 2009 chega à quarta edição, trazendo ao Brasil shows de Diane Reeves e Buddy Guy. O evento gratuito terá as duas estrelas da música internacional no palco do Parque da Independência, em São Paulo, dia 29 de novembro, domingo, a partir das 16 horas.

Esse ano, a primeira a se apresentar será Reeves, uma das mais notáveis e reconhecidas vocalistas de jazz no mundo e premiada por três vezes consecutivas com o Grammy de Melhor Performance Vocal de Jazz. Buddy, que figura no hall da fama do rock’n roll e é considerado por Eric Clapton o melhor guitarrista de blues vivo, entra na sequência, incluindo no repertório músicas do seu último álbum, ainda não lançado no Brasil, Skin Deep, além de diversos clássicos de sua trajetória musical.

O projeto Telefônica Open Jazz tem a curadoria artística de Zuza Homem de Mello, renomado musicólogo e jornalista, e é idealizado e produzido pela Dançar Marketing & Comunicações que conta com o patrocínio integral da Telefônica.

Telefônica OPEN JAZZ

Shows com Buddy Guy e Dianne Reeves
Entrada Franca
Data: 29/11/2009
Local: Parque da Independência
Endereço: Av Nazareth, s/n – Ipiranga. Entrada pela Rua dos Patriotas, Portão Principal
Horário: 16 horas
Capacidade: 25 mil pessoas
Assessoria Artística: Zuza Homem de Mello
Realização: Dançar Marketing & Comunicações
Patrocínio: Telefônica

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Será?

Quando se fala em futebol o lado animal vem à tona nas pessoas, como disse Juca Kfouri. Vejam as últimas declarações do antes contido Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras.
As pessoas acham um absurdo eu, como corintiano, defender que o meu time perca o próximo jogo contra o Flamengo para prejudicar o São Paulo no Campeonato Brasileiro.
Ora, além do jogo não valer nada para o Corinthians a questão de 'honra' é de uma estupidez e hipocrisia total. Os 'pseudos comentaristas', em especial os da Band, dizem que esse negócio de um time de futebol entregar o jogo não existe. Claro, e vou esperar o Papai Noel cair aqui no meu quintal neste Natal!

Esta animação do site Anima Tunes é para quem leva futebol muito a sério. Relaxe!

O que ensina a Filosofia

NÃO VIVA EM FUNÇÃO DA OPINIÃO ALHEIA
Sêneca, o filósofo romano, dizia que quem vive de acordo com as opiniões dos outros nunca será rico (em felicidade)

A VIRTUDE ESTÁ NO MEIO
É o que ensina Aristóteles. Não adianta ser tão corajoso a ponto de dizer tudo o que vem à mente para seu chefe, por exemplo. Tampouco ele recomenda ser covarde. Os dois extremos trarão infelicidade

"MEMENTO MORI"
Trata-se de uma expressão em latim que significa lembre-se de que você vai morrer. Pode parecer mórbido, mas, se todos os dias você se lembrar disso, não vai continuar cometendo os mesmos erros ou levando uma vida que não traz prazer

O IMPORTANTE É A JORNADA
Foi o que escreveu Marco Aurélio, imperador romano que se dedicou à filosofia. A ideia é viver cada momento da melhor maneira, sem se preocupar demais com o resultado

NEM TANTO AO MAR, NEM TANTO À TERRA
A felicidade está em saber lidar com os altos e baixos da vida, em não ficar tão feliz ou tão triste com os acontecimentos cotidianos. É mais um ensinamento de Sêneca. Quando algo muito bom acontece, é importante saber curtir sem explosões de euforia, assim como não se deve mergulhar na desolação diante de fatos desagradáveis. O equilíbrio diante de triunfos ou derrotas é fundamental, como ensinou Aristóteles

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Angeli/Folha de S.Paulo

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mundo à parte

Em um artigo publicado no jornal Brasil Econômico no último dia 7 de novembro, uma articulista se revolta com a preferência dos ‘idosos saudáveis' nas filas. Acho que para resolver a situação só uma mudança na lei para que somente as pessoas com saúde frágil tenham esse direito. Em cada comércio, banco e serviço público haverá um médico na fila para avaliar se o cidadão pode ou não ter preferência. Leia abaixo o artigo reproduzido na íntegra e, logo depois, a resposta publicada no dia 11.

Preferencialmente todos - exceto você

Mariella Lazaretti

Trabalho 12 horas por dia. Tenho filhos em faculdade, faço tripla jornada e pago impostos. Eu teria tudo para ser considerada uma pessoa legal. Mas não sou. Não estou grávida. Não tenho 65 anos. Não sou aposentada. Também não sou negra, para minha tristeza tenho lábios finos e não canto como a Aretha Franklin. Tampouco sou gay ou carrego qualquer ancestralidade indígena. Eu sou a megera da sociedade atual. Posto isto, pelo desabafo que farei e por tudo o mais que não sei bem o que é, peço desculpas.

Concluí recentemente que devo ter cochilado em alguma parte da história. De repente, de geração reprimida que aprendia Moral e Cívica na ditadura, que na vida adulta encarou presidentes como Itamar Franco e Sarney e nunca conseguiu um empréstimo de casa própria pelo BNH, despertei sendo tratada a pão e água pela antropologia moderna. Tudo acontece na minha vez. Primeiro a Aids, depois crise do papel (eu sendo jornalista), aí o lixo incontrolável do planeta, a contenção de energia e água, tsunamis, dilúvios e calores torrenciais dia sim dia não. Nem posso sonhar mais em ir para Indonésia. Sem falar que mudaram a fórmula do requeijão Poços de Caldas para uma gororoba insuportável num copo de plástico.

Quem é velho?
Minha geração cuspiu na cruz em alguma encarnação. Cadê a parte em que a gente se dá bem, tem privilégios de força ativa de produção, facilidades de empréstimos e cadeira cativa no estádio do time amado? Para ser bem tratado garantidamente neste milênio você precisa ser da turma da minoria – eis tudo! O que não é meu caso. Ontem no hipermercado, por exemplo. Rodei para achar uma vaga no estacionamento. Passei por 10 vagas preferenciais vazias – para deficientes físicos e para idosos. Os deficientes precisam de espaço especial, ninguém discute. Mas se é o carro que anda até encontrar vaga e não as pernas do idoso, não entendo qual é o problema de ele parar no mesmo lugar que eu.

Depois, na hora de pagar, havia 3 caixas preferenciais abertos e 4 para a maioria desprezível como eu, sendo que dois deles eram destinados aos com compras de até 10 unidades –gays provavelmente! Eu estava com 13 unidades. Faltou coragem de pedir que me passassem com 3 unidades a mais. Não consegui (aquelas malditas aulas de Moral e Cívica...). Eu tinha reunião, estava apressada. Confesso que pensei em me passar por grávida ou jurar que tinha 65 anos com muito botox.

Se é para sair com
mulher de 30, os
sessentões espalham
os fios de cabelo que
restam, põem um
cardigã no ombro
e compram o álbum
do White Stripes


Antes que eu leve ovos da turma chata politicamente, vou discorrer sobre alguns pontos. Outro dia ouvi meu vizinho de 74 anos vangloriar-se da caminhada de uma hora que faz toda manhã na pracinha perto de casa. Como então pode ser difícil caminhar cinco metros até a porta do supermercado? Ele mesmo se sente malandro e fica constrangido por isso. A questão básica aqui é: quem deve ser considerado velho? Pesquisas e o IBGE comprovam que o brasileiro tem permanecido ativo até muito mais tarde. O governo decreta que a aposentadoria vale a partir dos 65 anos. Logo, quem tem 65 não é idoso. Alguém vai me dizer que Roberto Carlos é idoso? Que Mick Jagger é velho e incapaz? Aquele sujeito que corre no palco feito um ganso bravo precisa de vaga especial no estacionamento? Tá. Depois, se é pra sair com uma mulher de 30,os sessentões espalham os fios de cabelo que restam, põem um cardigã no ombro e compram o álbum do White Stripes.

Mick Jagger corre feito um ganso bravo no palco. Merece vaga de idosos no estacionamento do supermercado?

Comigo aconteceu assim: fui trocar a passagem aérea de meu filho em um escritório da TAM. O local de atendimento era confortável. Pegamos uma senha e nos sentamos. Na nossa frente havia apenas um casal idoso, alquebrado. Ambos podiam até ter menos de 60 anos, mas era obrigatório que passassem na frente de todos. O número seguinte a estes dois seria o meu.

Eis que subitamente entra um homem muito bem apessoado. Cabelos brancos e bronzeado adquirido em veleiro próprio. Magro, lépido e elegante. Vejo-o dirigindo-se à única atendente disponível – a que seria minha em questão de minutos. Gentilmente pediu seus direitos de privilégio por idade. Fiquei na minha, mas não gostei. Em seguida, entra uma mulher, maquiada, sacudida, blusa de oncinha e roupa de yoga. Ela também fez o mesmo movimento para passar na minha frente. Meu sangue começou a ferver. Eram quatro da tarde. Eu tinha entrado naquela sala feliz da vida porque ia ser atendida em meia hora. Se a atendente tivesse bom senso teria me atendido primeiro. Afinal, a justificativa de se passar um idoso à frente é que, mediante limitações físicas visíveis, ele seja poupado da canseira de ficar em pé em uma fila enorme em lugares como o Banco do Brasil e Caixa Econômica. Não ali.

Fiz o que você já teve vontade de fazer algumas vezes. Eu questionei. Perguntei ao bonitão bronzeado se ele se achava velho. O cara se empertigou, mas sorriu envaidecido. Eu ainda disse: “Você é muito jovem pra usar a fila de idosos. Aposto que faz esporte!” Perguntei-lhe a idade, ao que ele discretamente declinou. Tudo bem, ele achou que eu estava dando mole. Disse isto pra mulher também, que quase saiu no braço comigo. O homem então tentou acalmar os ânimos e foi a ela dizer que me deixaria passar na frente ( Hã? Eu já estava na frente!) e que cederia o lugar dele a ela. Um cavalheiro acabado. Naquele momento ele tinha se livrado de uns 30 anos de vida. Era um homem feliz. Sei que meu comentário fez a semana dele melhor e que ele evitaria a tentação de usar caixas e vagas preferenciais depois disto. Ao menos não na presença de uma mulher mais nova, mesmo que integrante do tipo branca, não indígena e hetero como eu.

Resposta publicada no dia 11 de novembro. (clique para ampliar)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Quanto vale?

Eu gostaria que alguém me explicasse qual a metodologia usada por uma empresa para calcular o preço final do seu produto para o consumidor...

Quem vê cara.... Você não vê o nome Rolex no relógio ao lado, mas ele está no coração da máquina. Tudor é uma marca da fabricante suíça focada no público jovem e, portanto, mais "acessível." O apelo esportivo está presente nos modelos como Hydronaut II Chrono com pulseira de borracha, à prova d´água com alcance de 200 metros de profundidade. Será que os amantes da marca gostam de discrição? Chega agora ao Brasil por R$ 9315,08 (isso mesmo, não esqueça os oito centavos).
Fonte: Valor Econômico

Mico durante a entrevista

Mais um mico ao vivo, desta vez internacional. Reparem na preocupação do gordinho...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Repórteres batem boca por entrevista com secretário

Esse mico realmente eu nunca tinha visto.



Para quem não sabe na grande maioria das coletivas de imprensa a Globo não participa. Seus repórteres são orientados a realizar uma entrevista exclusiva com o entrevistado de preferência antes de todo mundo, muitas vezes em uma sala ou um canto longe de todos. Já cansei de ver isso. O principal personagem se atrasar para a própria coletiva porque esta 'atendendo' a Globo. E os pobres mortais esperando na sala principal do evento.

Enquanto rola a coletiva de fato a Globo já esta editando a matéria. Esperteza? Sim. Mas falta de respeito com todos os outros profissionais. É o "furar a fila". Mas neste caso a repórter da Record errou. Se houve um acordo antes entre a assessoria e a Globo ela não pode invadir o link de outra emissora.

Olha, sinceramente, trabalho de repórter, em especial o de televisão, é como urubu em cima de carniça.
O Povo-CE

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Medo da competência

Diariamente acompanho pelos jornais as investidas da operadora espanhola Telefônica contra a entrada da francesa Vivendi no país, através da aquisição da GVT.
Fica nítida a intenção da Telefônica, ao adquirir a Telesp, em formar no território brasileiro uma reserva de mercado. O medo de uma concorrente de peso é evidente. Melhores preços e, principalmente, serviços e atendimento de qualidade são ameaças extremas ao reinado da Telefônica, que tanto fez, e faz, o consumidor sofrer (leia artigo anterior).

Abaixo, acompanhe o desespero da operadora e o release da Associação dos Consumidores ProTeste, publicada ontem (09).

Aumenta disputa pela GVT
Telefônica eleva oferta antes da reação da Vivendi e leilão da operadora vai para perto de R$ 7 bilhões

Bancos dão R$ 6 bi à Telefônica
Consórcio de quatro bancos financia compra da GVT com notas e debêntures

COMPRA DA GVT TRARÁ DANOS AO CONSUMIDOR, ALERTA PRO TESTE

A PRO TESTE Associação de Consumidores tendo em vista a anunciada aquisição da empresa GVT pela Telefonica, enviou Ofício à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para alertar sobre o risco de lesão irreparável para o consumidor, tendo em vista o aniquilamento de condições para a competição, e de perspectivas de redução de tarifas e preços, assim como de melhoria na qualidade dos serviços.

O temor da Associação é que os custos decorrentes da operação pretendida pela Telefonica, sejam repassados para os usuários. E a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não possui qualquer instrumento de controle para evitar esse dano.

A Associação destaca que diante dos interesses que estão em jogo, cabe ao Governo - utilizando os mecanismos jurídicos cabíveis - , exercer seu papel de formulador de políticas de telecomunicações junto com o Ministério das Comunicações, para evitar que a Anatel decida matéria de tamanha importância de forma burocrática, e sem o respaldo imprescindível de outros órgãos. Preocupa a informação de que a Telefonica estaria buscando recursos públicos no Banco do Brasil para a operação de aquisição.

A GVT é uma das únicas "empresas espelho" que cumpriu a finalidade prevista na Lei Geral de Telecomunicações, fazendo frente ao poder de mercado da concessionária na região sul do país. A empresa apresenta níveis de qualidade de serviço muito superiores às demais concessionárias de telefonia fixa, bem como os preços cobrados são mais baratos.

As concessionárias de telefonia fixa concentram hoje os mercados não só deste serviço, mas também o mercado de comunicação de dados, denominado de banda larga, o que tem significado enormes e incalculáveis prejuízos para a sociedade brasileira. No ano passado a fusão da Brasil Telecom com a Oi, já representou enorme prejuízo para o consumidor já que 97% do país passou a ser atendido por uma única concessionária.

A Telefônica, como observa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PRO TESTE, " tem se mostrado ineficiente no atendimento do importante e maior mercado de telecomunicações do país - o Estado de São Paulo, tanto no serviço de telefonia fixa, como no serviço de comunicação de dados". Tanto que a Anatel a proibiu de ofertar o serviço de banda larga Speedy no mês de agosto, até que fizesse um plano de melhoria do serviço disponibilizado.

Na avaliação da PRO TESTE, a empresa por conta das inúmeras e injustificadas interrupções na prestação dos serviços essenciais e de interesse coletivo, tem sido fortemente questionada quanto aos investimentos que diz ter realizado, uma vez que tem se valido de vultosos recursos obtidos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social - BNDES, sem oferecer à sociedade a contrapartida que legal e razoavelmente podemos esperar.

Hoje o consumidor se depara na área de telecomunicações com exorbitantes preços da telefonia móvel, responsáveis pelo País ocupar o penúltimo lugar no planeta em tráfego de voz nesta modalidade de serviço. Também é penalizado com exorbitantes preços do serviço de comunicação de dados, em descompasso com a baixíssima velocidade do provimento do serviço oferecido. Aliado a isso há péssimo atendimento aos consumidores para informação e solução dos problemas.

Como observa a PRO TESTE, a Anatel até agora não implementou as regras para compartilhamento das redes com os possíveis competidores, viabilizando que redes públicas sejam utilizadas ilegalmente em regime de exclusividade por empresas privadas, em detrimento de valores como a concorrência, modicidade tarifária, eficiência e universalização.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Notícias úteis de tecnologia

Abaixo, após uma bem selecionada coleta, notícias sobre tecnologia publicadas nas duas últimas semanas nos principais jornais brasileiros.

Folha de S.Paulo

Google lança ferramenta que vê histórico do internauta
Pelo serviço, os usuários vão poder editar e apagar informações

Associação pede investigação de investimento da Telefônica
Engenheiros questionam gastos de R$ 2,34 bi no balanço da empresa de 2008

A morte do e-mail
Cresce o número de internautas que usam as redes sociais para trocar mensagens, deixando em segundo plano o "velho" correio eletrônico

Kindle não ajudará jornais, diz especialista
Para diretor da Universidade Harvard, receita que empresas de mídia terão com leitor de livros eletrônicos será marginal


Valor Econômico

Windows 7 bate de longe vendas de seu antecessor
Desempenho inicial foi 234% maior em unidades vendidas

Redes sociais atraem interesse de companhias
Quem participa de redes sociais tem o hábito de acompanhar o que é publicado a seu respeito ou a respeito de alguma ideia defendida em seu espaço virtual

Aumenta disputa pela GVT
Telefônica eleva oferta antes da reação da Vivendi e leilão da operadora vai para perto de R$ 7 bilhões

Teles reivindicam participação na banda H
Anatel quer estimular entrada de mais investimentos com licitação de nova frequência para 3G

No Brasil, já faltam áreas para instalar centros de dados
Demanda aquecida e requisitos técnicos dificultam tarefa de encontrar local adequado

Na Vivendi, clima é de suspense e surpresa
Para franceses, que disputam a GVT com a Telefônica, acolhida no país poderia ter sido mais calorosa

Endereços on-line podem incluir 16 novos alfabetos
Internet: Icann, órgão que administra a web, estuda o uso de idiomas como o chinês e o cirílico em domínios


Correio Braziliense – DF

Tudo a favor da maré
Nova ferramenta do Google, o Wave, quer substituir o correio eletrônico integrando mensagens instantâneas, blogs, redes sociais e compartilhamento de vários tipos de mídia

Seu micro é compatível com o novo sistema?
Se você está tentado a migrar para o novo Windows 7, é bom fazer alguns testes de compatibilidade antes de investir no novo sistema operacional

Promessa não cumprida
O Kindle, leitor eletrônico de livros comercializado pela Amazon em escala mundial, prometia ser ainda mais fácil, simples, usual. Mas não é bem assim

Boas maneiras para o mundo moderno
Celulares, notebooks, MP3 players, redes sociais. Veja como utilizar todas essas ferramentas dos novos tempos sem passar por qualquer saia justa


O Estado de S.Paulo

Brasileiro prepara plano de Obama
Carlos Kirjner, que mora há 20 anos nos EUA, lidera equipe que estuda alternativas para avanço da banda larga

Orkut muda para enfrentar o Facebook
Rede social mais popular do País, que pertence ao Google, lança nova versão e promete acesso mais fácil e mais rápido

Na China, iPhone chega sem Wi-Fi
Telefone ganhou apelido de 'eunuco'

Telefônica vincula banda larga popular a telefone
Empresa quer vender pacote mais barato somente para quem já é cliente na telefonia fixa

Estatal de internet banda larga deve mesmo sair do papel
Técnicos dizem que estatal atuaria no atacado e que atendimento do cliente final ficaria com a iniciativa privada

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Morre aos 100 anos o antropólogo Lévi-Strauss

Quero registrar o falecimento deste grande pensador.

Ele me foi apresentado no início da universidade mas como a abordagem foi tímida e superficial (como era de costume) resolvi me aprofundar mais. Não li, ainda, todas as suas obras, mas o bastante para influenciar a minha formação.

Sempre considerei egocêntrica a visão de que o homem é o centro do universo e acima de todos os outros seres. Ele é fruto de uma 'evolução', cuja linguagem, comunicação e cultura o diferenciou dos demais, para o bem e para o mal.

As pessoas que não respeitam o meio ambiente e nem o seu próximo, que tem idéias 'revolucionárias', gosto pelo poder, egoístas, e se consideram melhores e mais inteligentes do que as outras deveriam pensar muito bem.

Não são nada e se consideram tudo. São sim um cisco no Universo que, caso se esqueçam, não tem fim.

Ainda vou escrever meu próprio ensaio sobre o papel do ser humano neste mundo, suas consequencias e destino. Nada de egocentrismo, apenas uma singela visão.

O etnólogo e antropólogo estruturalista belga Claude Lévi-Strauss morreu na noite de sábado para domingo (1º) aos 100 anos, de acordo com um porta-voz da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais de Paris, na França.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

36ª ICANN na cidade de Seoul – Coréia do Sul

Meu amigo Nivaldo Cleto, empresário, membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil – CGI.br e um verdadeiro seguidor das tendências tecnológicas esta neste momento em Seul acompanhando o 36ª ICANN, um evento que reúne membros de diversos países para discutir o sistema global de anúncios e distribuição de nomes de domínios e números de IP (Internet Protocol). Acompanhe o evento aqui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Monte Olimpo e Pira

Boa 'montagem' do Loredano publicada no Estadão de hoje. Montagem entre aspas porque o artista não precisou de muito trabalho...

O Povo-CE

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ronaldo/Jornal do Commercio-PE
Iotti/Zero Hora
Fernandes/Diário do Grande ABC
Duke/O Tempo
Dalcio/Correio Popular
Waldez/Jornal da Amazônia
Luscar/A Charge Online