quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Bienal chocha

Há alguns anos quando eu era estudante (bom, não faz tanto tempo assim) um de meus lazeres preferidos era ir a exposições, shows, seminários e bienais, em especial a do Livro. Na época, (deixa eu te localizar porque parece que estou falando de 40 anos atrás) nos anos 90, ainda estava engatinhando o conceito de ‘megastore’, grandes lojas com uma infinidade de produtos e serviços.
Hoje elas são comuns nas grandes cidades. Livrarias como a Cultura, da Avenida Paulista, Saraiva e Fnac apresentam tantas opções de produtos culturais que você pode passar uma tarde inteira em uma delas.
Por isso ontem quando fui na 21ª Bienal do Livro tive a sensação de estar em um lugar parado no tempo, sem grandes expectativas, novidades ou atrações que me façam ter vontade de ir novamente.
Além dos elevados preços dos livros há ainda uma irritante abordagem de vendedores perguntando se você já ganhou o ‘brinde’, uma falácia para você levar um produto antes.
Com as opções que temos agora de grandes livrarias onde o protagonista não é só o livro e os preços convidativos da internet Bienal nunca mais! E olha que nem peguei a ‘muvuca’ de final de semana.
Passear na livraria Cultura, por exemplo, é bem mais interessante!

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