quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Folha de S.Paulo
Agora é para valer
Melhore o desempenho do micro fazendo faxina geral com ferramentas de sistema e programas gratuitos


O Estado de S.Paulo
Nós precisamos de uma ''nova internet''?
Pesquisadores discutem a possibilidade de recomeçar tudo do zero para garantir mais segurança na rede

Google vai à Justiça contra a Microsoft
Gigante das buscas entra em ação na União Europeia que acusa a Microsoft de concorrência desleal no mercado de navegadores de internet


Diário do Comércio – SP
Portabilidade do número chega a SP na semana que vem
Serviço passa a estar disponível em todo o território nacional. Operadora que vai receber o número ficará encarregada da mudança

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pesquisa confirma que curitibanos odeiam mesmo o carnaval

Sempre tive a maior simpatia pela cidade de Curitiba. Agora então, com esta pesquisa, só aumentou.
Nunca gostei de Carnaval, agora essa história de deixar de passar a entrega do Oscar por causa do desfile das escolas de samba só aumentou o meu ódio. Tudo bem que a premiação é comercial, e não reflete muito a verdadeira arte do cinema, mas para quem é cinéfilo como eu esta atitude da Sra. Rede Globo é um verdadeiro pecado. Antes tivesse vendido os direitos de exibição ao SBT e assim ficaríamos livres também dos comentários do José Wilker.


Sondagem revela que 66,62% dos moradores da cidade não gostam da festa contra apenas 33,38% que apreciam

Quem já desconfiava que curitibano não gosta de carnaval agora pode ter certeza. Sondagem do instituto Paraná Pesquisas confirma o que até agora era uma lenda urbana. De acordo com a pesquisa, 66,62% dos curitibanos não gostam de Carnaval contra apenas 33,38% que afirmam gostar da festa pagã. A mesma sondagem revela que ao contrário do que parece 68,28% das pessoas que moram em Curitiba costumam passar o feriado da folia na cidade, contra 31,72%, que costumam viajar.
Entre os 33,38% de curitibanos que gostam da folia, 31,67% dizem que o que mais gostam do Carnaval são as escolas de samba e os desfiles de rua, outros 14,02% afirmam que o que mais gostam é a festa, a folia e a bagunça, enquanto 13,57% preferem as músicas e danças e 11,31% os bailes nos clubes, cada vez mais em extinção na capital paranaense. A sondagem também revela que os curitibanos, ao contrário dos baianos, não são muito chegados a um trio elétrico, já que apenas 1,36% dos entrevistados declararam gostar dos carros. Fantasias também não são muito populares em Curitiba, já que 91,86% dos entrevistados afirmaram que não usam fantasias no Carnaval.

A pesquisa mostra também que quem prefere passar o carnaval em Curitiba — 68,28% — quer estar bem longe da folia, porque 90,93% não costumam ir aos bailes de clubes e 91,15% não assistem aos desfiles das escolas de samba da cidade. É o caso da administradora Cassandra Holtez, 35 anos. “Gosto do carnaval em Curitiba, porque posso fugir dele. É bom para ir ao cinema, fazer compras, passear nos parques e curtir a cidade”, conta ela, que costuma fazer um tour pela cidade com a família no feriado de Carnaval. O mesmo costume tem a estudante Livia Costa, 21 anos: “Prefiro mil vezes ficar aqui na cidade e passear, aproveitar a calmaria”. Cassandra nunca viu um desfile de rua em Curitiba e nem chegou perto dos clubes que oferecem bailes.

De acordo com a Paraná Pesquisa, entre os que gostam da festa, 51,58% acompanha o carnaval pela TV, que transmite os desfiles das escolas de samba paulistas e cariocas. O jornalista Wikerson Landin, 27 anos, está entre os 26,70% de curitibanos que não acompanham nem mesmo o carnaval na TV. “Odeio tanto o Carnaval que fico em Curitiba, o melhor lugar do brasil para quem odeia carnaval. Minha regra número um no feriado é não ligar a TV aberta, porque só tem Carnaval. Vejo todos os filmes do mundo no cinema, no DVD e o máximo que viajo é para um hotel fazenda”, conta Landin. Neste ano, aliás, Landin confessa estar ainda com mais raiva de Carnaval: “A TV aberta vai transmitir o desfile de escola de samba em vez do Oscar no dia 22”.

O publicitário João Saddock, 21 anos, também enche a boca para falar que odeia Carnaval e que Curitiba deveria se tornar a capital anticarnaval. “A melhor coisa que já fiz na vida foi me hospedar em um hotel de Curitiba para curtir o feriado sem carros, sem pessoas, por aqui mesmo”. Ele também reforça o coro de que a cidade deveria se transformar na cidade para quem odeia carnaval. (Paraná Online)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Tecnologia útil

A tecnologia veio para nos ajudar mas ainda há muita gente que a utiliza para cometer crimes, mandar porcarias entre outras más utilizações.
Também existe a tecnologia inútil que, diante de um mercado 'nerd consumista', lançam bobeiras que servem só para encher os bolsos de empresários. Aparelhos inúteis para a garotada se mostrar perante os amigos.
Diante desse cenário é importante 'peneirar' as boas informações para quem sabe usar a tecnologia com responsabilidade e utilidade. Aqui sempre vamos divulgar o que vale a pena.

Atente para primeira matéria, publicada na Folha de S.Paulo, sobre o lixo eletrônico produzido ultimamente. Com certeza você deve ter algum aparelho já ultrapassado prestes a jogar fora. Antes de fazer isso, leia a matéria!

O lado sujo da indústria limpa
Segundo agência do governo da Califórnia, Brasil e outros países do Terceiro Mundo recebem lixo eletrônico, que tem componentes tóxicos como chumbo e mercúrio

É hora de se comunicar
Fáceis de serem criados, os blogs se tornam cada vez mais importantes e populares meios de difundir a informação na internet

Cuidado com os raios!
Os aparelhos eletrônicos costumam sofrer com as descargas elétricas neste período de temporais. Saiba como protegê-los

Computador ‘magro’ gasta menos energia
Entre as vantagens, sistema não permite que funcionários usem equipamentos para fins particulares

Google oferece serviço com mapa que localiza pessoas
Disponível no Brasil, "Latitude" faz busca via celular

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Direito de escolha

A intromissão do Estado, e em alguns casos da Igreja, na vida das pessoas é um dos fatores da falta de discernimento da maioria da população, manipulada e ‘abençoada’ por leis e regras de comportamento ditadas pelos mandatários do poder, seja para ‘cortar as asas’ no mínimo sinal de manifestação de liberdade, seja na permanência de certos dogmas históricos.
Qualquer comportamento que bata de frente é um alerta para que o ‘rebanho’ seja controlado.

O caso da italiana mantida por 17 anos em estado vegetativo por uma máquina é um caso exemplar recente, entre outros ocorridos há alguns anos.
Defender a vida, como apregoa a Igreja, em nome de uma ‘moral católica’ é no mínimo hipócrita. A Igreja Católica não tem moral para defender esta posição, é só conhecer um pouco da sua (verdadeira) história.

Gostaria de dizer muito mais sobre o assunto, mas o artigo de Clóvis Rossi, publicado na Folha de S.Paulo de hoje (abaixo), traduz exatamente minha opinião.

Homens-bomba de batina

CLÓVIS ROSSI

SÃO PAULO - O pai de Eluana Englaro, a moça italiana que morreu anteontem, quando os médicos deixaram de alimentá-la após 17 anos de vida meramente vegetativa, deu uma esclarecedora entrevista ao jornal espanhol "El País", publicada no domingo passado.
Explicava Beppino Englaro, com uma nitidez que os melhores filósofos e teólogos terão dificuldade em acompanhar: "As pessoas vivas são capazes de entender e decidir por elas próprias".
Por essa definição, que parece incontestável, Eluana não era um ser vivo e, portanto, atá-la a uma máquina, como pretendiam o Vaticano e, por pressão dele, o governo italiano, é que seria desumano.
Aplica-se idêntico raciocínio a qualquer pessoa na mesma situação, ressalvada a importante diferença traçada ontem por João Pereira Coutinho, nesta Folha, entre matar e deixar morrer.
Posto de outra forma: o Vaticano comportou-se nesse caso com o mesmo desrespeito à vida dos homens-bomba.
E, pior, não é um caso isolado. O Vaticano também havia revertido a excomunhão do bispo britânico Richard Williamson, mesmo depois de ele ter negado o Holocausto. Williamson, contra toda evidência histórica, contra todos os arquivos disponíveis, diz que os judeus mortos pelo nazismo não foram 6 milhões, mas de 200 mil a 300 mil, e que não houve mortos em câmaras de gás. Só para efeito de raciocínio, aceitemos por um segundo esse disparate. Ainda assim, qualquer pessoa que respeite a vida ficaria indignada à morte com o assassinato de 200 mil ou 300 mil pessoas, em câmaras de gás ou onde seja.
Medir o Holocausto por quilo, como parece fazer o bispo, é crime hediondo. De novo, é o mesmo desrespeito à vida dos homens-bomba, o que só prova que fundamentalismo não é exclusividade islâmica.
crossi@uol.com.br (Folha de S.Paulo 11.02.09)
Angeli/Folha de S.Paulo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PUC dá doces a calouros para aliviar bebedeira

Parece que o assunto está na moda.

Universidade distribuiu balas, pipoca, barras de cereal e água; para pró-reitor de cultura, ação é educativa

A PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) distribuiu ontem doces, balas, pipoca, barras de cereal e água a seus alunos para minimizar os efeitos da bebedeira comemorativa do primeiro dia do ano letivo. Segundo o pró-reitor de cultura e relações comunitárias, Hélio Deliberador, de quem partiu a iniciativa, a ação não incentiva o consumo de álcool.
"Pelo contrário, queremos reeducar [sobre] o consumo de álcool. Quando colocamos a perspectiva do alimento junto ao álcool, é uma reeducação para não ingerir de estômago vazio, que, sabidamente, faz com que o grau de intoxicação aconteça, quer pela desidratação, quer pela hipoglicemia", afirma o pró-reitor, que é professor de psicologia.
Segundo a assessoria da PUC, seis alunos passaram mal por excesso de álcool. Por precaução, dois deles foram encaminhados a hospitais, em estado consciente, e acabaram liberados em seguida.
A universidade distribuiu telefones de táxis para evitar que as pessoas que beberam dirigissem. Os calouros contaram ainda com um "disque-denúncia" para delatar trotes abusivos.
Segundo Deliberador, a distribuição de alimentos na PUC ocorreu pela primeira vez em 2004. Neste ano, a nova reitoria, que assumiu em dezembro último, decidiu retomar a ação.
Para a professora da Faculdade de Educação da USP, Stela Piconez, é difícil julgar a universidade. De acordo com a educadora, a ingestão de álcool em excesso por jovens é uma questão social, que extrapola os limites da universidade. Ainda assim, diz, cabem medidas para amenizar o problema.
"Uma é a universidade se aproximar do centro acadêmico e fazer discussões, atividades mais culturais, que não dispensem a alegria, mas que desviem o foco para coisas mais úteis", disse a professora. (Mariana Barros - Folha de S.Paulo 10.02.09)

ABC da droga

Esta foi publicada na coluna do Giba Um, no DCI-SP. Infelizmente a cartilha não está disponível no site do Ministério da Saúde. Gostaria muito de ler isso na fonte. Faz tempo que não leio nada tão escancarado sobre o assunto. É a didática da contravenção!

A distribuição das cartilhas do Ministério da Saúde destinada aos consumidores de drogas tem trechos que beiram o surrealismo. Um deles: “Se você é usuário de maconha, é bom andar com um vidrinho de colírio porque ela costuma deixar o olho meio vermelho; para tirar o bafo, beba bastante água ou senão, uma dose de vodka”. Outro: “Se você é usuário de cocaína, não use nota de dinheiro para cheirar cocaína, use canudinho, que é mais higiênico, desses que tem nos bares. E não manipule a cocaína com sua mão, que pode estar com algum micróbio, com alguma bactéria”. E um terceiro: “Se você é usuário de crack, você tem que beber muita água após consumir crack, bastante água mesmo e também se alimentar bem antes e depois do crack”. (DCI - 30.01.09)